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Onde comer ramen no Paraíso (e por que tem tanto)

18 de julho de 20261 min de leitura

Quem desce no metrô Paraíso e caminha em direção à Rua Cubatão encontra, em poucos quarteirões, uma concentração de cozinha japonesa que a cidade inteira ignora: sete casas mapeadas neste guia, quase todas com nota acima de 4,5.


Não é a Liberdade — não há lampião vermelho nem loja de souvenir. É um japonês de

bairro, de balcão pequeno e clientela repetida, que se instalou aqui pela mesma razão

que tudo mais se instalou: o Paraíso é denso, tem gente morando e trabalhando no

mesmo quarteirão, e sobra pouco espaço para restaurante de destino.


O IKEMEN e o Bimiya disputam o ramen. O Kakurega e o Yorimichi puxam para o izakaya,

aquele formato de comer petiscando e beber devagar. O Sushiguen faz o sushi de balcão sem cerimônia. O KuroMoon e o Yakiniku Yoridokoro completam a lista — este último com a churrasqueira na mesa.


O que todos têm em comum é o horário: enchem depois das 19h, quando os escritórios da Paulista esvaziam e o bairro troca de população. Ir antes das 20h costuma ser a

diferença entre sentar e esperar.


Todos estão mapeados aqui, com endereço, telefone e horário — é só buscar por "ramen" ou "izakaya".


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