Onde comer ramen no Paraíso (e por que tem tanto)
Quem desce no metrô Paraíso e caminha em direção à Rua Cubatão encontra, em poucos quarteirões, uma concentração de cozinha japonesa que a cidade inteira ignora: sete casas mapeadas neste guia, quase todas com nota acima de 4,5.
Não é a Liberdade — não há lampião vermelho nem loja de souvenir. É um japonês de
bairro, de balcão pequeno e clientela repetida, que se instalou aqui pela mesma razão
que tudo mais se instalou: o Paraíso é denso, tem gente morando e trabalhando no
mesmo quarteirão, e sobra pouco espaço para restaurante de destino.
O IKEMEN e o Bimiya disputam o ramen. O Kakurega e o Yorimichi puxam para o izakaya,
aquele formato de comer petiscando e beber devagar. O Sushiguen faz o sushi de balcão sem cerimônia. O KuroMoon e o Yakiniku Yoridokoro completam a lista — este último com a churrasqueira na mesa.
O que todos têm em comum é o horário: enchem depois das 19h, quando os escritórios da Paulista esvaziam e o bairro troca de população. Ir antes das 20h costuma ser a
diferença entre sentar e esperar.
Todos estão mapeados aqui, com endereço, telefone e horário — é só buscar por "ramen" ou "izakaya".